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“Quando a minha mãe morreu, eu morri junto”2 min read

Layane ainda muito jovem perdeu a razão de viver, o mundo dela desabou quando a mãe faleceu. Para tentar aliviar a dor na alma, mutilava o próprio corpo.

"Quando a minha mãe morreu, eu morri junto"

"Quando a minha mãe morreu, eu morri junto"A minha vida era totalmente destruída, não tinha paz, nem alegria e vivia numa depressão profunda. Muitas vezes tentava preencher o vazio com festas, amigos e relacionamentos, mas nada disso foi suficiente para tirar a dor que eu sentia na minha alma.

Tentei por diversas vezes aceitação nas redes sociais, sorria nas fotos para aparentar ser feliz, mas na verdade eu vivia uma fachada. Vivia chorando sem razão, o vazio era inexplicável e ninguém me entendia.

Tudo começou quando a minha mãe faleceu, eu fiquei sem chão, a minha mãe era tudo para mim. Isolei-me de tudo e de todos e entrei em depressão, foi aí que eu comecei a me automutilar, para tentar aliviar a dor que tinha dentro de mim.

Cortava os braços e as pernas e por mais doloroso que fosse, preferia sentir dor no meu corpo do que na minha alma. A cada dia que passava o meu sofrimento só aumentava, e me sentia cada vez mais sozinha.

Foi então que comecei a ouvir vozes dizendo para me matar, e pensei em várias formas de o fazer, cheguei a pesquisar na internet várias maneiras fáceis e rápidas para tirar a minha própria vida. Para mim não tinha mais solução, eu já tinha desistido de viver. Só quem sofre com depressão entende o que eu vivi.

Até que conheci o projeto Help e fui curada da depressão, tive ajuda de pessoas que acreditaram e não desistiram de mim. Recebi a orientação certa para alcançar uma nova vida e hoje eu sou uma nova pessoa!

Não tenho mais pensamentos nem desejo de suicídio, nunca mais me cortei e acredite se quiser, não tomei remédios, não fiquei internada e não paguei nada. O meu antes e depois mostram isto!

Layane Ghosn 

Everett, MA


Igreja Universal
  • Redação  


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