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“Passei 36 minutos sem respirar”4 min read

Uma parada cardiorrespiratória colocou a vida de Pedro Eftfanoski, de 56 anos, em risco. Mas, afinal, o que é impossível para o homem e o que é impossível para Deus?

“Passei 36 minutos sem respirar”4 min read

Foi em um sábado que Maria Aparecida Santos Eftfanoski, de 56 anos, recebeu um telefonema informando que o esposo, Pedro Eftfanoski, de 56 anos, não passou bem assim que chegou ao trabalho. “Estava quase entrando no apartamento quando recebi uma ligação do trabalho do Pedro. Disseram-me que estavam passando em casa para me levar ao hospital. Desesperada, perguntei se ele havia morrido”, conta Maria.

Pedro tinha chegado no trabalho, em seguida, ele desmaiou. Foram 36 minutos sem atividade cardiorrespiratória.

“Os primeiros socorros foram feitos pelos colegas, mas ele não reagia”, descreve Maria.

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Pedro deu entrada no hospital às 8:30am. Às 11:30 pm, ele ainda estava inconsciente e os médicos conversaram com Maria sobre o diagnóstico. O laudo médico constatava que Pedro teve morte súbita por conta de uma parada cardiorrespiratória, decorrente de uma fibrilação ventricular (quando o ritmo cardíaco põe a vida em risco), fibrilação atrial (um subtipo de arritmia) e cardiomiopatia hipertrófica (quando uma porção do músculo do coração fica maior, o que cria uma deficiência funcional).

Maria recorda que, no passado, Pedro já havia sofrido arritmia, mas que, como o estado de saúde dele estava em perfeitas condições, o que aconteceu surpreendeu a todos. “De início, o médico falou que não tinha mais jeito e que, provavelmente, os aparelhos seriam desligados. A equipe estipulou um período de cinco dias a uma semana para que houvesse alguma reação”, afirma.

No segundo dia, no entanto, orientaram Maria a assinar os papéis para a doação dos órgãos. “A segunda médica também disse que não tinha mais o que fazer, pois ele tinha ficado sem respiração por mais de 5 minutos e que seria difícil a reversão do quadro. Se ele sobrevivesse, as chances de ele ficar vegetando na cama seriam grandes, mas eu disse que, pela minha fé no Senhor Jesus, ele seria curado. Escutei que não era bem assim, que Deus ajuda, mas que o caso dele foi muito grave e que seria impossível até para Deus. Contudo eu não retrocedi na minha fé. Eu sabia que ele seria curado.”

O PROBLEMA 

A parada cardíaca é uma condição caracterizada pelo fato de o coração caracterizada pelo fato de o coração deixar de bombear sangue e, consequentemente, o oxigênio parar de chegar ao cérebro, órgãos e tecidos. Uma das causas é justamente o ritmo cardíaco anormal, ou seja, uma arritmia. Uma reanimação é possível e, quanto mais rápido ocorrer o atendimento, maior a possibilidade de salvar a vítima. O tolerável é que a parada não dure mais de 5 minutos, o que já traz possibilidade de danos cerebrais. Depois de 8 minutos, o quadro de morte, para os especialistas, é tido como praticamente irreversível.

UMA REVIRAVOLTA

Maria continuou agindo a fé, pedindo a Deus a cura do esposo e indo semanalmente às reuniões. Ela também levava ao hospital a água abençoada com a gota do milagre. Com essa água, em um ato de fé, ela ungia os aparelhos, a cama e a entrada do quarto para que Deus pudesse usar a equipe médica e para que a resposta da fé fosse obtida.

Pedro sobreviveu 12 dias com a ajuda de aparelhos. Ele só acordou no 13 dia e no 15 dia, Pedro teve alta, voltou para casa e continuou recebendo os cuidados necessários. Vale mencionar que ele chegou a consumir cerca de 220 comprimidos por mês.

A IMPORTÂNCIA DA FÉ 

Para Maria, a fé foi fundamental para o restabelecimento da saúde do seu marido. “Sem fé, não removemos as montanhas. Temos que crer e crer no sobrenatural, que existe aquilo que Deus nos deixou em Sua Palavra. Basta desfrutar dessa fé e ser perseverante”, diz.

Já Pedro narra o episódio como um momento em que vislumbrou o poder de Deus. “Eu caí morto, essa é a palavra. Passei 36 minutos sem respirar, mas como eu cri, e até hoje creio que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, a vida que só Ele pode nos dar prevaleceu”, finaliza.

TRATAMENTO DA ÁGUA 

Para Deus nada é impossível. Portanto, se você está enfrentando uma doença ou alguém da sua família se encontra nessa situação, participe do maior tratamento para a cura e libertação: com a gota do milagre. É por meio desse poder que muitas pessoas têm alcançado milagres extraordinários.

gota do milagre

Para mais informações sobre as reuniões em sua localidade, procure a Universal mais perto da sua casa. 


Igreja Universal
  • Redação  


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