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Agenda Semanal | - 2:13 pm


O Outubro Rosa não é só uma cor

Com a saúde da mulher em primeiro plano, as campanhas realizadas ao longo do mês incentivam o autoconhecimento, o diálogo e a estar em dia com consultas e exames de rotina.

O Outubro Rosa não é só uma cor

Filhas, irmãs, mães, avós, esposas, amigas, funcionárias, empresárias, estudantes ou, simplesmente, mulheres. De acordo com programa de pesquisa demográfica conduzido pelo U.S. Census Bureau, o American Community Survey (ACS) de 2019, revela que 52,1% da comunidade brasileira nos EUA em geral é do sexo feminino.

Apesar de serem a maior parcela da população e assumirem cada vez mais responsabilidades no dia a dia por conta das exigências da vida moderna, às vezes, mulheres precisam ser lembradas que o autocuidado deve ser prioridade. Uma forma de fazer isso é o Outubro Rosa, mês da campanha de conscientização em relação ao câncer de mama e que, recentemente, incluiu o câncer do colo do útero.

Os indicadores de 2020 do Instituto Nacional de Câncer “National Breast Cancer”, mostram que o câncer de mama é o de maior incidência entre as mulheres, 276.480 novos casos de câncer de mama invasivo foram diagnosticados em mulheres nos EUA, bem como 48.530 novos casos de câncer de mama não invasivo (in situ). 64% dos casos de câncer de mama são diagnosticados em um estágio localizado, para o qual a sobrevida em 5 anos é de 99%.

A mastologista Yedda Reis diz que a conscientização é extremamente importante por tratar do tema e permitir a detecção precoce das doenças. “Com o diagnóstico do câncer do colo do útero e de mama em estágio inicial, o tratamento consegue curar grande parte das pacientes. Por exemplo, no caso do câncer de mama, estamos falando de 95% de chance de cura quando o diagnóstico é feito no estágio inicial”, conta.

Comum até então em mulheres acima dos 50 anos, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) alerta que a ocorrência do câncer de mama tem aumentado entre as mulheres com menos de 35 anos. Já o câncer do colo do útero, segundo o Inca, também costuma surgir acima dos 50 anos e a incidência em mulheres jovens é rara. Mas não há idade mínima ou máxima quando o assunto é saúde.

“Cada paciente é uma paciente e cada tumor é um tumor e ambos devem ser tratados de forma individualizada”, lembra Yedda.

Apesar da predisposição genética e dos maus hábitos estarem associados ao desenvolvimento das doenças, o diagnóstico positivo não é uma sentença de morte e há vários tratamentos disponíveis. Então, fiquem atentos às iniciativas realizadas ao longo do mês e marque a consulta ou o exame que têm sido adiados há algum tempo.

O Outubro Rosa não é só uma cor

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  • Redação