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Após um diagnóstico devastador, Adriana Da Silva escolheu confiar em Deus e viveu um milagre que surpreendeu até os médicos
7 de agosto. Essa data ficou marcada por um diagnóstico que mudaria minha vida para sempre. Cheguei aos Estados Unidos em 2019 com meu marido e minha filha, movida por um sonho: oferecer uma vida melhor para minha família. Mal sabia eu os desafios que estavam por vir. Entre muitas situações difíceis, jamais imaginei enfrentar uma doença mortal: o câncer.
Antes do diagnóstico, conheci a Igreja Universal, por meio de uma amiga. Já estava buscando a Deus e sua ajuda para enfrentar as dificuldades que muitos imigrantes enfrentam ao perceber que o glamour deste país pode ser ilusório.
Problemas financeiros nos atormentavam; cheguei a não ter dinheiro sequer para a passagem de ônibus. Fui abandonada pelo meu ex-marido, assumindo o papel de pai e mãe para minha filha adolescente. Sem perspectiva de futuro, lutava com todas as forças para encontrar uma solução. Minha vida era um caos, meus dias eram cinzentos, e a preocupação dominava minha mente 24 horas por dia.
Foi nesse cenário que percebi algo estranho em meu corpo. Ignorei os sinais até que, um dia, desmaiei dentro da igreja e precisei ser levada ao pronto-socorro. A partir daí, começou uma jornada desafiadora. Após uma série de exames, minha médica me deu a notícia: “Você está com câncer. Ou você cuida de si mesma agora, ou pode morrer.”
Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, não me desesperei. Minha fé já estava sendo fortalecida pelas palavras que ouvi na igreja. Liguei para o pastor, que me aconselhou a não aceitar o diagnóstico como definitivo e a continuar buscando a Deus.
Meu único pedido era ter condições de cuidar da minha filha. Apesar das más notícias dos médicos como a rapidez com que o câncer avançava e a necessidade urgente de uma cirurgia, minha fé permanecia inabalável. Eu acreditava que Deus poderia me curar por completo, sem a necessidade de intervenção cirúrgica.
Passei a participar ativamente das reuniões na igreja, com destaque para as de terça-feira, dedicadas à oração pela cura, e as de domingo, onde recebemos a água consagrada. Eu bebia essa água com fé, acreditando que ela carregava o poder de Deus para curar meu corpo.
Quinze dias antes da cirurgia, recebi mais uma notícia difícil: dois novos nódulos haviam surgido, agora sob a axila. Mesmo assim, escolhi confiar em Deus. Disse à médica: “O meu Deus não faz nada pela metade; ou é 100% ou nada.”
Continuei usando a água e o azeite ungido, enquanto participava das reuniões na igreja. Chegou, enfim, o dia da cirurgia. Após o procedimento, enfrentei 30 dias de recuperação. Mesmo debilitada, optei por não tomar os medicamentos prescritos, confiando apenas na água consagrada e no azeite para aliviar as dores. Quando não podia ir à igreja, pedia à minha filha que trouxesse a água consagrada para mim.
Com apenas 18 dias após a cirurgia, já havia retirado o dreno.
No retorno ao médico, para iniciar a segunda fase do tratamento (quimioterapia e radioterapia), algo inacreditável aconteceu: não havia mais nenhuma célula cancerígena em meu corpo. Os médicos ficaram perplexos, mas eu sabia que aquilo era o poder de Deus em minha vida.
Outros exames confirmaram que não havia necessidade de prosseguir com o tratamento. Minha jornada não foi fácil. Em momentos difíceis, pensamentos de dúvida tentaram me abalar, mas minha fé prevaleceu.
Hoje, sou a prova viva de que o Deus vivo cura e transforma todos que creem.
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